Eles cresceram… e agora têm motor pra dar ainda mais espetáculo: a geração que vai incendiar a MXJr em 2026
Tem categoria que a gente assiste e pensa: “isso aqui é o futuro acontecendo ao vivo em frente aos nossos olhos”. A MXJr (85cc) é exatamente isso. Porque é ali que o talento que dominava a 65cc ganha mais motor, mais velocidade, mais chão pra atacar — e, principalmente, mais maturidade de corrida. A pilotagem muda. A tomada de decisão muda. E o jeito que a bateria “pega fogo” também muda: sobra potência pra errar menos, recuperar mais rápido e dar show de verdade quando o gate cai.
E o melhor: 2026 já começa com um palco pesado. A temporada do Brasileiro tem abertura marcada para 12 de abril em Canelinha (SC).
Por que a 85cc costuma entregar as baterias mais emocionantes?
Na 50 e na 65, o talento aparece — mas a 85 é onde o piloto começa a “conversar sério” com a moto. A diferença de motor e de ciclística faz o piloto trabalhar mais o corpo, a escolha de linha, a frenagem e o ritmo de prova. E quando você junta isso com molecada que já vem “vacinada” de disputas na base… o resultado é simples: corrida pegada do começo ao fim.

Quem chega “com moral” pra 85cc em 2026?
Os que vêm fortes da 65cc (e devem estrear na MXJr com holofote)
Se tem um nome que entra em 2026 com pressão boa (daquelas que empurram pra cima), é o Henri Krug. Ele fechou 2025 como campeão brasileiro da 65cc, e isso sozinho já diz muita coisa sobre velocidade e regularidade.
E junto dele, tem o João “Bolachinha” Wost, que terminou 2025 como vice-campeão e ainda encerrou o ano vencendo na final — carisma, agressividade e raça de corrida.
Tem também uma galera que já aparecia forte nas etapas e tende a crescer com a mudança de categoria. Exemplo: Arthur Lourenzo Barbosa Rosa, que apareceu em pódio/Top 3 de etapa na 65cc em 2025.

Os que já eram referência na 85 em 2025 (e chegam mais prontos em 2026)
Se a ideia é falar de “ano empolgante pros fãs”, aqui estão nomes que já mostraram serviço na MXJR:
- Zion Berchtold: foi vice-campeão brasileiro da MXJR em 2025 e, em várias etapas, andou colado na vitória.
- Lorenzo Ricken: fechou 2025 subindo em pódio na final e aparece nos resultados de etapa como presença constante no topo.
- Enzo Fialho e Heitor Matos: nomes que já apareceram em Top 5 de etapa na MXJR em 2025, sinal claro de que têm ritmo pra brigar por mais em 2026.
E tem o cara que foi o “padrão ouro” em 2025:
- Francesco Copetti: campeão da MXJR com campanha perfeita, vencendo todas as etapas.

Além de quem já apareceu forte em 2025, algumas equipes já divulgaram suas formações:
- A Yamaha divulgou formação e citou Victor Hugo Rocha (Vitinho) como piloto da categoria MXJr (YZ85) para 2026.
- A Sagae Motocross Team apresentou a equipe 2026 e listou pilotos na MXJR, incluindo Murilo Motta, Henrique Assumpção e Carlifinha “O Bala”.

E Canelinha? O que esperar da abertura
A abertura em Canelinha costuma ter um tempero especial: muita gente chega “zerada” emocionalmente, mas com meses de preparação. E na 85cc isso fica ainda mais evidente — porque o físico e o acerto da moto pesam mais.
Pra quem vai acompanhar, o detalhe é simples: nas primeiras baterias do ano, você já enxerga quem “subiu pronto” e quem ainda está entendendo a moto. É aí que o fã se diverte: tem disputa, tem recuperação, tem erro sob pressão, tem ultrapassagem na raça. 2026 tem tudo pra ser um daqueles anos em que a gente vai lembrar depois e falar: “eu vi essa geração nascer”. Porque a 65cc entregou campeões e personagens fortes, e a MXJR já tinha gente andando em nível muito alto. Agora, juntou tudo no mesmo gate — com mais motor, mais experiência e coragem sobrando pra acelerar.
E se você curte acompanhar a base de verdade, fica ligado: a 85cc é onde o futuro do motocross brasileiro começa a ganhar forma. Agora conta pra gente, em que nome você aposta pra levar a MXJr em 2026?




